03
Ago 15

Na maior piscina do mundo cabem oito campos de futebol

Tem mais de um quilómetro de comprimento e fica em San Alfonso del Mar, um complexo turístico no Chile. O empreendimento custou cerca de 3,5 milhões de euros.

 

A expressão “fazer piscinas” nunca fez tanto sentido: é que a maior piscina do mundo estende-se por mais de um quilómetro de comprimento e equivale a oito campos de futebol. Sim, é mesmo isso, oito. São 1013 metros de largura e 3 de profundidade, num total de 250 milhões de litros de água. A piscina fica em San Alfonso del Mar, um complexo turístico no Chile.

Ao olhar para as fotografias não é muito difícil perceber que a piscina tem tamanho suficiente para andar de barco à vela, fazer paddle yoga, nadar e dar mergulhos. Tudo ao mesmo tempo, porque há espaço mais do que suficiente.

 

O complexo turístico San Alfonso de Mar fica a 90 quilómetros de Santiago, na cidade de Algarrobo, e ostenta uma das mais impressionantes construções modernas, pelo menos em termos de tamanho. O azul turquesa escolhido também não passa despercebido, sobretudo por que se compara com o do Oceano Pacífico que fica mesmo em frente. Piscina e mar estão separados apenas por um extenso areal.

Como não podia deixar de ser, com tanto tamanho, o Livro do Guinness destacou a obra. A piscina também é elogiada pelo seu sistema avançado de oxigénio a pressão, que permite purificar grandes quantidades de água com menos produtos químicos. A temperatura também recebe destaque: climatizada, em algumas zonas chega a superar em 9 graus a temperatura da água do mar. Durante o verão pode chegar aos 26 graus.

San Alfonso del Mar é um resort com apartamentos em forma de pirâmide, inaugurado em 1988 pelo empresário Fernando Fischman. A obra esteve nas mãos da empresa chilena Crystal Lagoon.

 

fonte:http://observador.pt/2

publicado por adm às 21:28 | comentar | favorito
21
Set 14

Piscina com regras claras

O Brasil está prestes a ter uma legislação específica que estabelece padrões de segurança mais adequados às piscinas. A proposta é reduzir ao máximo a chance de acidentes, especialmente com as crianças

O Brasil está a um passo de ter uma legislação específica sobre o uso seguro de piscinas. O projeto do governo federal já foi aprovado pela Câmara dos Deputados, agora só falta passar pelo Senado Federal. A Lei nº 1.162, de 2007, se refere, especificamente à prevenção dos acidentes em piscinas públicas e privadas e dá outras providências.

O texto disciplina o acesso à área com controle de entrada e piso antiderrapante, medidas de prevenção a quedas acidentais (capas, sensores e alarmes), uso de tampas antiaprisionamento ou não bloqueáveis para evitar o turbilhonamento e o enlace de cabelos ou a sucção de outros membros do corpo humano, além de um botão de desligamento de emergência para as bombas. Os equipamentos deverão ainda devem ser homologados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

Em outras palavras, as medidas vão dar um 'upgrade' em termos de segurança e estimular uma mudança de comportamento positiva dos usuários e responsáveis. Hoje se ocorrer um acidente por falta de manutenção das piscinas de condomínios residenciais, assim como falhas de equipamentos de segurança ou problemas de infraestrutura (piso escorregadio e falhas no controle de acesso), o síndico responde pelo crime de lesão corporal, previsto no artigo nº 129 do Código Penal. "O condomínio tem regras, mas as pessoas as entendem conforme sua conveniência. Então dizem, 'ah mas isso eu não sabia, não vi o quadro de avisos'. É preciso entender que convivência coletiva significa também cuidar de si e uns dos outros", afirma o veterinário Robson Curty, que mora em um condomínio horizontal.

A Justiça já prevê que se o morador pecar por omissão ou descumprimento deliberado das regras terá sua carga de responsabilidade, mas o texto vai além e exige medidas de segurança desde o projeto, com a atribuição das responsabilidades de usuários de piscinas, síndicos, fabricantes e projetistas. O texto ainda determina a conduta dos fiscais quando houver infração (advertência, multa e interdição).

Aplicação
Outra vantagem da proposta de lei é que os equipamentos que podem evitar morte por quedas acidentais na água, afogamento e por acidentes como equipamentos de sução passam a ser obrigatórios e de eficiência controlada, ficará estabelecida qual é a condição segura dessa área de lazer e as sanções a que estarão sujeitos os que descumprirem as normas. Na prática todos os condomínios passarão a ter piscinas mais seguras, síndicos e moradores estarão melhor informados.

A assessora jurídica do Sindicato da Habitação e dos Condomínios (Secovi/PR), Elida Mondadori, diz que ao condomínio, representado pelo síndico, cabe a instalação e manutenção de equipamentos obrigatórios, cumprir e exigir que se cumpram as normas da convenção e regimento interno, bem como zelar pela adequada utilização da piscina. Aos condôminos, cabe a correta utilização da piscina e respeito às regras.

"Caso se comprove que esse acidente aconteceu por ação ou omissão do síndico, este pode ser demandado pessoalmente na esfera cível e criminal. O condomínio também pode responder por danos, (e nesse caso, quem paga, é a coletividade), uma vez que o síndico é o representante dos condôminos. Se algo acontece por conduta de risco do condômino, aí a responsabilidade é dele", explica.

ALERTA
A Associação Nacional dos Fabricantes de Piscinas estima que apenas 2% das piscinas do Brasil sejam equipadas com sistemas de segurança nos ralos. Em outros países o equipamento é obrigatório.

DIMINUA O RISCO
Para não esquecer, anote as medidas de segurança: AGUAS - Atenção, Guarda-vidas, Urgência, Acesso restrito e Sucção - /Sobrasa 

fonte:http://maringa.odiario.com/

publicado por adm às 11:40 | comentar | favorito
29
Jun 14

Piscinas de São Pedro de Moel em acelerada degradação

As piscinas oceânicas de São Pedro de Moel (Marinha Grande) estão num acelerado processo de degradação depois de terem sido encerradas no final do Verão passado. Durante uns tempos ainda funcionaram os bares instalados no complexo, mas um Inverno de marés vivas especialmente fortes e agora os roubos e o vandalismo a que tem sido sujeita aquela infra-estrutura estão a transformar um antigo ex-líbris daquela estância balnear numa chaga na paisagem.

A história é muito simples: o complexo foi comprado por uma imobiliária que quis ali construir, junto à praia, mais do que a lei permite, tendo o projecto sido chumbado, ficando aquele património ao abandono.

Segundo o Região de Leiria de 29/5/2014, a empresa Gestoliva, do grupo Oliveiras, da Batalha, pretendia ali construir apartamentos turísticos e habitacionais, tendo o Ministério do Ambiente considerado que a ocupação projectada não se adequava às disposições do Regulamento do Plano de Ordenamento da Orla Costeira entre Ovar e Marinha Grande.

O PÚBLICO tentou saber se o grupo Oliveiras considera apresentar um segundo projecto mais de acordo com as exigências habituais e de modo a rentabilizar aqueles activos agora abandonados. A empresa não respondeu.

Já a Câmara de Marinha Grande, numa resposta lacónica enviada por email, diz que o município “não tomou posição formal, de um ponto de vista técnico, sobre o projecto, na medida em que este depende da prévia delimitação do domínio público marítimo”. O seu presidente, o socialista Álvaro Pereira, também não quis prestar declarações.

Sobre a degradação das piscinas oceânicas e edifícios adjacentes, a autarquia diz que “a responsabilidade pela conservação do imóvel em causa é dos seus proprietários” e que está atenta ao evoluir da situação, “não deixando de tomar as medidas que legalmente se justifiquem”. Quais? A câmara não respondeu. Apenas acrescenta que “lamenta a inacção das entidades da administração central e a sua falta de sensibilidade para as necessidades locais e para a criação e desenvolvimento de pólos de desenvolvimento turístico”.

O PÚBLICO perguntou ainda qual o investimento previsto para aquele complexo e quantos postos de trabalho poderia criar, mas a câmara também não respondeu.

Segundo documentos enviados pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA) ao Região de Leiria, a proposta do grupo Oliveiras “contraria totalmente” a legislação vigente para terrenos de domínio público marítimo onde a única construção permitida é a reconstrução ou beneficiação. Ora, o projecto da Gestoliva pretendia ocupar uma área de sistema litoral natural e substituir o edificado existente por novas construções, incluindo 72 apartamentos.

Inauguradas em 1967, as piscinas oceânicas de São Pedro de Moel foram um investimento repartido por 118 accionistas da burguesia local da Marinha Grande que tinha casas e passava férias naquela praia. Nos anos 60, as leis de protecção do litoral não eram tão exigentes e só isso justifica que tenha sido erguido aquele complexo praticamente em cima da praia. A Promoel, empresa que então foi constituída, durou quase 50 anos, mas acabaria por vender aquele património ao grupo Oliveiras. Este, não satisfeito com um activo situado numa zona privilegiada, entende que para o rentabilizar é necessário acrescentar mais construção.

Isabel Freitas, presidente da Junta de Freguesia da Marinha Grande, eleita pela CDU, disse ao PÚBLICO que está muito preocupada com a degradação rápida das piscinas e conta que se têm sucedido os arrombamentos e furtos, tendo desaparecido do complexo balnear as tubagens, sanitários e cabos eléctricos. No local funcionavam ainda duas discotecas e um restaurante. “É um assassinato que estão a fazer àquilo. Até nem gosto de olhar para lá”, diz, referindo-se a uma chaga na paisagem que está bem à vista de todos.

Vítor Pereira, vereador da CDU no executivo da Marinha Grande, disse ao PÚBLICO que desconhece se deu entrada novo projecto para as piscinas de São Pedro Moel e afirmou que “neste momento não há qualquer tipo de diálogo nem de entendimento entre a câmara e a empresa promotora”.

fonte:http://www.publico.pt/loc

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16
Jun 14

Entradas nas piscinas de Beja a metade do preço a partir das 18 horas

A Câmara de Beja vai reduzir em 50% o valor do ingresso nas piscinas municipais descobertas a partir das 18 horas.  

Esta é uma das novidades introduzidas naquele equipamento que reabriu ao público no passado sábado.

Quem quiser desfrutar do espaço ao final da tarde pode fazê-lo pagando metade do valor do bilhete.

As piscinas de Beja estão abertas até meados de Setembro, nos moldes tradicionais, de Terça-feira a Domingo, das 9h00 até às 20h00.

À semelhança de outros anos, a Câmara vai desenvolver, ao longo do verão, várias actividades nas piscinas, revelou à Rádio Pax Vítor Picado, vereador da Câmara de Beja.

Às segundas-feiras a piscina está fechada para descanso do pessoal e limpezas.

fonte:http://www.radiopax.com/in

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